“… a inclusão escolar no Brasil é uma saga que reflete as mazelas de uma sociedade que rejeita a sua própria natureza híbrida, nascida na miscigenação de raças e culturas, opaca até mesmo na cultura acadêmico-científica, na qual nosso aluno não passa de uma alegoria exótica apreciada por olhos de uma certa ciência internacional … “
“Saberes do Sul”? Talvez… prefiro saberes do Brasil, é isso que busco.”

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Western Patagonia – Projeto Edges of the World, Southern Chile – Em junho
XXI Congresso Alfal – PUC Lima, Peru – Em agosto
Central Andes, Projeto Edges of the World, Antofagasta – Em outubro

“A diversidade cultural que é traço inerente à sociedade brasileira e à língua nacional não figura nem na estrutura, tampouco na cultura, que regem o português escrito. Havemos de concluir, então, que, para grande parte do povo brasileiro, o aprendizado e o uso da escrita alfabética são espaços de bilinguismo cultural. E havemos de postular, também, que a recorrente interferência de traços da oralidade sobre a forma da escrita produzida por alunos da educação básica no Brasil esteja relacionada à tradição de um povo que se institui em movimento de resistência cultural e de clamor por subjetivação.”
SENNA, L.A.G. (2021) In: Bilinguismo cultural – Estudos sobre culturas em contato na educação brasileira.
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